O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu dividir o prêmio de R$
27,782 milhões do concurso 898 da Mega-Sena, sorteado em 2007, entre
patrão e empregado. De acordo com o processo, o empregado deu uma
combinação de números ao patrão com base em seu celular e também a soma
de R$ 1,50 para a aposta. De posse do bilhete, o patrão sacou o valor de
R$ 27,782 milhões na Caixa Econômica Federal e se negou a dar a parte
do empregado, alegando que a aposta foi feita por um palpite próprio.
O ex-empregado entrou com ação declaratória e pediu indenização por
danos morais a ser paga pelo empregador. O tribunal descartou o pedido
de indenização por considerar que não houve dor, sofrimento ou
humilhação, sendo a questão um mero dissabor.
Em primeiro e segundo graus, já havia sido determinada a divisão do
prêmio, cabendo a cada um R$ 13.891.026,91. Cabe agora recurso ao STJ e
ao Supremo Tribunal Federal.
Uma pesquisa realizada pela loteria da Nova Zelândia e divulgada pelo
jornal local New Zealand Herald, mostrou que a maior parte dos
ganhadores não contaria a muitas pessoas que ganhou milhões.
A entidade perguntou a duas mil pessoas a quem elas contariam se
ganhassem um prêmio de US$ 1 milhão. Apenas 2% dos entrevistados
responderam "todo mundo", enquanto outro 1% optaria por contar a amigos e
familiares.
Por outro lado, 11% dos consultados disseram que manteriam o prêmio em
segredo, e 43% revelariam que se tornaram milionários apenas aos
familiares mais próximos, como pais e irmãos. Outros 28% contariam
apenas ao cônjuge.
Fonte: Epoca Negocios













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