Pac-Man faz 30 anos e fãs pintam as unhas pra comemorar.

Há 30 anos ele come pastilhas e frutinhas sem parar, mas nem por isso o Pac-Man deixou de ser uma bolinha amarela esbelta. Está certo que frutas fazem bem à saúde e ninguém sabe do que as pastilhas são feitas, mas fugir dos fantasmas que o perseguem certamente é um dos segredos da boa forma desse “trintão”, que marcou uma geração.
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A criação do japonês Toru Iwatani, lançada em 22 de maio de 1980 pela Namco, empresa de videogames com sede em Tóquio, conquistou admiradores em todo o mundo e ultrapassou os limites da tela.
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Sócio da Casa da Matriz, uma das boates mais frequentadas da noite carioca, Koslinski mantém na discoteca uma máquina com o jogo. “É uma versão nova, a Mrs. Pac-Man”, conta ele. “Mas eu tive o ‘arcade’ original, ou fliperama, como é mais conhecido no Brasil. Era da década de 80, todo pintado com os personagens de Pac-Man”, conta, orgulhoso. O empresário lembra ainda do “vício” em jogar Pac-Man. “Eu jogava muito! Apenas meu gerente, o Alexandre, conseguia me barrar”, empolga-se.
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Apesar disso, é muito fácil baixar Pac-Man da internet e jogar no computador. Desde sexta (21), e neste sábado (22) de aniversário da bolinha amarela, basta acessar o Google para jogar na página inicial do site de buscas.
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Para os saudosistas do Rio, ainda é possível encontrar as enormes máquinas de fliperama em shoppings, em uma loja na Rua do Acre, no Centro, e na própria Casa da Matriz, em Botafogo, na Zona Sul. “Mas eu vou tentar comprar um gabinete com o jogo original, porque, os marmanjos de 30 anos, bêbados, já quebraram mais de 30 Ataris que coloquei para o pessoal jogar”, diverte-se Koslinski.
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